Cultura e lazer

Os melhores destinos de inverno para visitar em 2018

12 Fevereiro, 2018

Se é cá dos nossos e acredita que a melhor forma de começar um novo ano é com uma viagem, descubra quais são os destinos de inverno que tem de conhecer em 2018!


New York, New York, já dizia Sinatra!

Se há um sítio que grita escapadinha de inverno é sem sombra de dúvida Nova Iorque! Mas o que tem de tão especial a cidade que tão bem cantou Frank Sinatra? Ora, durante o inverno torna-se num sítio completamente mágico que lhe oferece o melhor de dois mundos: é o lugar certo para ver a neve a cair e passear porque o sol e o azul do céu predominam.

E, claro, está frio. Mas sabe o que pode fazer para aquecer? Dar um passeio pelo Jardim Botânico de Nova Iorque, o maior jardim público da cidade e um verdadeiro “museu vivo natural” com os seus lagos, estufas, jardins e grande variedade de plantas. E prometemos que quase se esquecerá que está no coração do Bronx.

Aproveite também para visitar o Rooftop do Rockefeller Center e observar do alto do seu 70º andar uma vista sobre o Central Park e Manhattan que é simplesmente de cortar a respiração. E já que está em Nova Iorque, tem de ir dar uma vista de olhos – a sério, aponte na agenda – às cerca de 150 peças de escultura de Picasso que moram no Museu de Arte Moderna.

Não deixe de visitar também os neóns e ecrãs que tão bem caracterizam a Times Square no cruzamento da Broadway com a 7ª Avenida, a Estátua da Liberdade, a Brooklyn Bridge, a St. Patrick’s Cathedral, a 5ª Avenida e o Museu Americano de História Natural. Beba um chocolate quente entre paragens e se quiser uma dica sobre onde ficar alojado só podemos dizer isto: Sheraton New York Times Square Hotel!

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Uma cidade ou um palco para as artes? Viena é tudo isso!

Sabe-se que o Danúbio inspirou génios como Shubert, Mozart, Beethoven e filmes como “Amadeus”, “Antes do Amanhecer” e o “O Ilusionista. E sem dúvida que o vai inspirar a si também quando escolher Viena, na Áustria, como a sua próxima escapadinha de inverno. E dizemos-lhe mais: Viena é uma cidade perfeita para passear porque reúne história e cultura num só lugar. As ruas estreitas de Innere Stadt serpenteiam-se entre edifícios antigos e não faltam exemplos de palácios barrocos como é o caso do Hofburg. Pela Ringstrasse encontrará a Câmara Municipal, o Museu de História Natural e a State Opera House.

Além disso, saiba que Viena serve de palco principal para as artes visuais. Sim, os famosos bailes de valsa de Viena que decorrem ao longo dos três primeiros meses do ano são algo que vale mesmo a pena assistir pelo menos uma vez na vida. Para não falar que deve passear pelos muitos jardins, bares, galerias, lojas e mercados de rua. Já os verdadeiros amantes de café têm de parar obrigatoriamente no Schwarzenberg, o primeiro café a abrir portas na Ringstrasse: se quiser beber um café simples peça um Schwarzer ou Mokka mas se a gula falar mais alto experimente o Wiener Eiskaffee, um café frio com gelado de baunilha e nata.

Edimburgo, uma cidade sem o frenesim de capital

Qual a maior diferença entre Edimburgo e os lugares de que lhe falamos até aqui? O ritmo! É que Edimburgo, embora tenha – como qualquer outra capital europeia – uma grande oferta cultural, boa arquitetura e um centro histórico característico, consegue fugir àquilo que há de pior nas grandes cidades: o trânsito, a confusão nas ruas, a poluição… Ou seja, a o fator diferenciador de Edimburgo é mesmo a qualidade de vida!

Edimburgo foi distinguida pela Unesco como Património Mundial e pede logo à chegada uma visita pela avenida Royal Mile, isto é, Milha Real. Porquê? Ora, permite-lhe viajar no tempo, indo do passado até ao presente, ao passar pelas ruas de Castlehill, Lawnmarket, High Street e Canongate. Por lá há dois lugares imperdíveis: o Castelo de Edimburgo, uma antiga fortaleza defendida no topo de falésias, e o ex-libris da arquitectura moderna, o Novo Parlamento da Escócia.

Já as close – becos da cidade são espelhos da alma mais antiga de Edimburgo. Um dos mais conhecidos é o Mary King’s Close: faça uma visita guiada por este ponto de atração turística que mostra como era a vida em Edimburgo entre os séculos XVI e XIX. Mas tenha em conta que dizem que este lugar está assombrado! Sim, reza a lenda que era aqui que ficavam de quarentena as pessoas com Peste Negra e que as paredes foram construídas com os seus corpos… Aventura-se?

Não se despeça da capital da Escócia sem visitar o Monumento Scott. Trata-se de um magnífico exemplar da arte gótica e que lhe oferece do seu ponto mais alto uma vista sem igual sobre o Castelo de Edimburgo, a Princes Street, a avenida principal da cidade e os seus diversos jardins. A subida vale o esforço, mas prepare-se para subir os 287 degraus! Como não tem qualquer custo associado, perca ainda umas horas a visitar a Nacional Galery of Scotland.

Porque teremos sempre Paris…

Para si uma escapadinha de inverno não é a mesma sem a magia da neve a cair, certo? Então Paris pode ser o seu destino de eleição. E, claro, uma ida até a cidade do amor tem que incluir uma passagem obrigatória pela Torre Eiffel, o Museu do Louvre, o Arco do Triunfo, a Catedral de Notre Dame, o Museo de Orsay, as margens e as pontes do Sena – entre as quais se destaca a Ponte do Amor -, a Avenida dos Campos Elísios, o Sacre Coeur, o Bairro de Montmartre, de Pigalle onde está o Moulin Rouge, Sorbonne, sem esquecer o Bairro Latino.

Para descansar entre os passeios, aproveite para tomar um café na avenida St. Germain de Prés e escolher como poiso as esplanadas magníficas da Les Deux Magouts ou do Café de Flore. Uma curiosidade: foi por aqui que deambularam grandes nomes como Salvador Dalí e Oscar Wilde. Depois de confortada a alma, aproveite para ir até à Île de la Cité, Ilha da Cidade de Paris, porque foi lá que a cidade nasceu originalmente. Por lá pode ficar a conhecer a história da cidade de Paris através de uma visita à Cripta, ver as marcas dos romanos e passar pelo quilómetro zero… Imperdível!

Colónia é cerveja, é perfume, é cultura!

2000 anos: é precisamente esta a idade da cidade de Colónia, o tesouro cultural da Alemanha Ocidental. À primeira vista rouba-nos imediatamente o olhar porque parece um daqueles sítios saídos de um postal, mas Colónia é muito mais do que um sítio bonito para passar uns dias. A começar pela Catedral de Colónia, distinguida como Património Mundial pela Unesco. A sua monumentalidade gótica é digna da sua visita e a vista não lhe fica nada atrás. Trata-se de uma das igrejas mais altas do mundo! A um passo da Catedral está o Museu Ludwig, de arte moderna, e recomenda-se vivamente!

A título de curiosidade, algum dia se perguntou onde nasceu a água-de-colónia que tanto gosta de usar? É verdade, foi mesmo em Colónia, mais precisamente no número 4711 da Rua Clockengasse, perto de Reno. Razão pela qual deve também visitar a Casa Farina: é aqui também que a fragância original da água-de-colónia, criada pelo perfumista italiano Giovanni Maria Farina, é produzida até aos dias de hoje. “Uma fragrância que lembra as manhãs de primavera depois da chuva”, escreveu o próprio.

E nem precisa de andar muito a pé para chegar à porta da Igreja St. Martin, cujas fundações foram erigidas sobre vestígios da presença romana em Colónia. Passe ainda pela Ponte Hohenzollern e aproveite para passar junto ao Rio Reno. Mas a sua viagem não ficará completa se sair de Colónia sem provar uma cerveja Kölsch. Pode tomar-lhe o gosto na cervejaria Päffgen que – como manda a tradição – produz e tira a cerveja diretamente do barril para os copos, afirmando que é o truque por detrás do seu sabor único. E onde comer? Aconselhamos os mercados de Colónia!

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