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A Gillette é uma das marcas mais valiosas do mundo. Porquê?

25 Setembro, 2017

A Gillette é usada por mais de 800 milhões de homens. E o tenista Roger Federer é um deles! Conhece a história por detrás da marca mais famosa de lâminas de barbear?


A Gillette vale 19 mil milhões de dólares 

Todos os anos a revista Forbes elabora o ranking The World’s Most Valuable Brands. E em 2017 não foi diferente. Na lista deste ano, junto de nomes como a Apple, Google, Microsoft, Facebook ou a Coca-Cola encontra a Gillette, que representa a indústria de Consumer Packaged Goods. E não é de admirar. A marca vale mais de 19 mil milhões de dólares e conseguiu em 2017 obter receitas na ordem dos 6 mil milhões! Além disso, sabia que é usada todos os dias por mais de 800 milhões de homens espalhados um pouco por todo o mundo? 

A invenção que pôs fim aos cortes de navalha

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Foi o inventor norte-americano King Camp Gillette que inventou as famosas lâminas de barbear que hoje não dispensamos. A sua ideia passava por revolucionar o ato de barbear, porque até então estavam na moda as navalhas que ao mínimo descuido causam cortes! E num estalar de dedos a sua visão inspirou mais de 100 anos de inovação. Mas recuemos até 1900. É neste ano que o fundador cria um protótipo de lâminas descartáveis tão finas e tão fortes que até os cientistas do MIT, Instituto de Tecnologia de Massachusetts, achavam impossível de produzir. Mas King conseguiu.

Passados mais de 70 anos, o inventor volta a revolucionar o sistema de barbear ao produzir o Trac II, uma gillette com duas lâminas! E segue-se conquista atrás de conquista. Não fosse a sua missão facilitar o dia-a-dia dos homens de todo o mundo ao tornar o barbear cada vez mais confortável e prazeroso! Os mais recentes produtos da marca têm até faixas lubrificantes, várias lâminas de precisão para proteger a pele de irritações durante o barbear, enquanto mantém o contacto máximo com os contornos do rosto. “Deixaremos de fabricar lâminas de barbear no dia em que não as consigamos melhorar”, é a promessa da marca.

Fonte: Gillette

Um negócio altamente rentável

Em 2005, a Gillette passa a fazer parte da família Procter & Gamble. Para trás ficaria a The Gillette Company, fundada em 1902 por King Gillette. E apostamos que a P&G não se arrepende de ter comprado a Gillette por 57 mil milhões de dólares: de acordo com a Forbes, as lâminas de barbear são um dos negócios mais rentáveis da empresa com margens operacionais de 30%.

Já em 2014, a marca decide inovar uma vez mais ao introduzir um serviço de subscrição online. Mas não só. A Gillette tem investido na expansão do seu mercado de tal forma que já não fabrica apenas lâminas de barbear únicas mas também cremes, géis e espumas de barbear, aftershaves e também lâminas para mulheres! Além disso não nos podemos esquecer que foi também em 2014 que surgiu uma Gillette adequada para remover os pelos não da barba mas do corpo masculino.

A ligação da Gillette ao mundo do desporto

Para fortalecer a sua relação com os consumidores ao longo dos anos, a Gillette foi apostando em estabelecer parcerias com atletas de topo – é o caso da ex-estrela de futebol David Beckham – e envolveu-se também em eventos desportivos como a NASCAR, Champions Tour, Major League Baseball, NCAA Basketball, NCAA Football, PGA Tour. A nível internacional já patrocinou a FIFA World Cup e a Fórmula 1, entre muitos outros. E ainda hoje a ligação da marca Gillette com o desporto mantém-se firme!

Quem ainda se lembra da brilhante parceria da Gillette com o tenista Roger Federer, a estrela de futebol Thierry Henry e o jogador de golfe Tiger Woods? Estávamos em 2007 quando a marca lançou o programa Gillette Champions para elevar as conquistas profissionais e pessoais de três dos melhores atletas do mundo. A ideia por detrás desta estratégia de marketing era personificar a essência da Gillette comparando a performance de topo dos atletas à performance da Gillette!

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